quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

palavras que talvez nunca serão recebidas para quem foram feitas.

"A intensidade de sua melodia me da a vontade de superar
as tristezas e raivas do dia-a-dia com alegria misteriosa a jorrar.
E da certeza de sua teoria eu rogo para sua poesia e "rebeldia",
nunca o fim abraçar!

Simples afeto que me afeta,
tento por meio deste expressar
a gratidão, que não há palavra feita
que exemplifique a meta.
Até mesmo alguma que eu possa inventar,
conseguiria conter a ânsia sedenta, de demonstrar,
por mim e por muitos, o que são vocês, a nos guiar.

Sou apenas mais um incontrolável por vos dizer,
que nunca apaguem este brilho a parecer
em nós, na cultura e na valorização,
pois aqui ainda sim há salvação!
E mesmo que com sangue mostremos à oposição,
morramos em nossas batalhas para que nunca caiamos em acomodamento!
Vocês são os capitães desta ação,
que fazem brilhar o suspiro da cultura de nossa moribunda Nação!

Um simples e totalmente sincero "muito obrigado" vos envio,
em nomes meu e de meus amigos, até mesmo daqueles que não sabem ou não pensaram em o fazer.
Pensando talvez que não faria diferença alguma tal ato, mas não desvio
minha meta de ao menos tentar simplesmente lhes agradecer.
Isto clama dentro de mim, como um abaçaí, incendiado pelo ímpeto da vontade
e hipnotizado, vislumbra e se acalma com a magnificência de tua majestade.
Da arte, da poesia e de tua idéia.

Tudo isto, tudo em uma coisa só, ainda se superam por fazer folia, não apenas em meu quarto,
mas nos espetáculos, no show de nossas vidas, afastando de nós o mal,
nos mostrando que nossa amadurecência não está longe, na pedra mais alta, é fato,
mas sim, perto de você, perto de nós, no sonho de uma flauta, ou sobre outros nomes,
o cidadão de papelão escreve em si, palavra, para compor a frase aos seus montes.
"A Poesia Prevalece".
E a alma não mais se entristece.
No ar, o soprano canta que algo que separô uma parte que não tinha,
nos zaluzejos brilham a luz dos vagalumes e minha menina cuida de mim,
bebo a fé solúvel, mesmo com cara feia, pratododia agüentar a mesma ladainha..
faço uma oração pra vida, minha e de todos, para que esta mentira toda chegue a seu fim...
na primeira semana de férias, pensarei em ana e o mar, mesmo sem eu não saber na verdade quem eu sou,
"reticências" melhor declara esta sina nossa e poupa o camarada d'agua, um anjo tanto quanto velho,
talvez o mais. O mérito e o monstro sempre brigam, mas não sabem o que se perde enquanto os olhos piscam..

O realejo toca na varanda e dês de ontem, e em diante, ecoa notas do carinho de mãe...
sei que não sou chico, mas quero tentar..
mas não ser igual, pois o parecido já não é idêntico,
mas também tem seu valor, quando se é a inspiração e não a cópia..

Agora, como um samba de ir embora, me embalo na canção da despedida,
chega de tentar escrever algo que me satisfaça a homenagem tão, por mim, requerida..
continuarei com a vigília em suas metas e letras e tentarei espalhar sua idéia o máximo que conseguir.

Um grande abraço, meus agradecimentos e meus sinceros votos de sucesso vasto e sem fim!
Um reles escritor e tentativa de poeta, Átila Cirano
também "conhecido" como Vazio ou KuuhakuShijin ("Vazio Poeta" em japonês).
Obrigado pela atenção e pela instigação!!"





pra quem conhece O Teatro Mágico, entenderá o meio da 'homenagem' para frente de maneira peculiar..
isso se conhecer a maioria dos títulos de suas canções.
quem sabe um dia eles não leem isto?

Nenhum comentário:

Postar um comentário