..estou sangrando.
Bem, há um corte em meu dedo mas não é daí que sai a preocupação.
Estou sangrando e nem sei ao menos direito o que pode ser feito.
Passa tudo tão rapido e lentamente diante de minha mente que nem sei o que pensar. Todos confraternizam e tudo o que me resta é saber que sou parte disto, de uma maneira bem raza.
Sangro mas não demonstro dor. Dor apenas os fracos demonstram, ou aqueles que se fazem de vitma e isto ja nao me faço a um longo periodo de tempo. Não mais utilizo da arte manha de se passar pelo coitado, pois nem quando eu era mais jovem isto era apto a mim, quanto mais agora que estou até barbado.
Sangro, mas não sangue.
O grupo teve suas conversas e risadas mas eu sinto que cada palavra ainda sim era vazia. Cada ato ainda sim era oco. Cada olhar ainda sim era perdido. Nada satisfaz.
Não sei ao certo mais sei o que me faz procurar.
Sei como poderia mudar e ainda sim, sei como diferenciar.
Mas não o faço.
O veredicto?
Sentença máxima e sofrimento descomunais, afinal, sou meu próprio carrasco e sei como me vencer. O fato é que me julgo não apto a tal façanha ou indigno do "perdão" e atenção que tanto anseio.
O preço de tudo seria a exposição, fixada em meu conciente como "nudez da alma". Não estou pronto para me despir de tal forma, nem de confiar nas conversas que surgiriam, pois abalaria e intrigaria muitas pessoas com tais revelações. Então guardo em mim.
Sei que suporto. Sempre suportei e ainda suportarei tudo. Me fiz forte com base na força desconhecia de um amigo.
Não devo sucumbir.
As vezes fraquejo, admito, porem nunca irei desistir. A persistencia e a "chatisse" nunca me permitirão a tal vergonha.
Sei que além da curva há algo. Sei que alguem me aguarda a tira-la de sua quietude monótona.
Apenas tenho de me aperfeiçoar a tal aspecto que entenda finalmente ser suficiente para que tome as rédeas do julgamento e me convença realmente de que eu sou mais, ou o preço ideal, para que assim seja louvado e ajuntado.
O texto esta em reflexoes, paranoias e declarações controvérsias e confusas em todas as palavras.
Não sei ao certo o motivo ou o foco que deveria estar traçando, mas ao menos é uma obra composta 100% no atual estado de embriagues e confusão que me encontro.
Se caso o texto seja uma alternativa barata para continuar o projeto, desde ja peço as desculpa aos que acompanham com disciplina tal blog.
Mas as coisas nem sempre são como se esperam que seja.
Do fim do texto, deixo apenas uma coisa que é certa e que me foi confidenciada, nada segregada, pelo maior amigo que se pode ter:
"A vida de nada vale se dela não se pode ir em ajuda a algum amigo que precisa de ti."
...algo assim, mas acho que é possível entender o que se tem de ser passado.
O engraçado que a ideia principal do texto ja se perdera. Eu disse que não consigo mais fazer textos depressivos como antigamente.
Bem, longos dias e belas noites companheiros... e que Ka lhes guie no dia que há de vir.
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