sábado, 21 de abril de 2012

torpor inexistente pela presença enganada.

..tu estavas la e não era você.
Perturbas minha presença e faz joguetes com minha mente.
Invade meus sonhos e faz-me acordar querendo estar dormindo..
Pessoas se parecem com você, não possuindo nada em comum..
...pessoas são iguais a você, e são mesmo.
Tento expurgar a memoria de minha mente mas você resiste e se apega às lembranças boas,
e me faz querer voltar. Vence a luta prostrando a repugnancia que tentei lhe fazer...
..e assim drena-me.
A tristeza toma conta, a saudade assola meu ser.. e então me vejo ferido.
Por algo que se quer aconteceu. Por alguem que nem ao menos estava ali.
Que força é esta que tens?
Por que sucumbo a tal relampeijo de falsa presença?
Por que somos assim?
Por que não conseguimos ser que nem aqueles que parecem tão decididos e livres?
Será que são livres mesmo?
Ou sera tudo um baile de máscaras e destas eu não me atribui ainda?
Apenas devo falsar uma expressão de sono ou contente e atirar à possíveis interesses as mágoas que ignorarei? Simples por ter a carne para que a mente se entorpeça?
Será isso a vida?
...dúvidas da labuta de um mero tolo que se entregou e nada fez por conseguir quem desejava.
E agora, e a muito, atrapalha aqueles que se importam.
Mas não mais. Apenas delirios textuais em madrugadas semi-embriagadas serão a danação desta vez, e das outras que virão, apenas mais alcool. Nada de entristecer em volta e preocupar os que o fazem...
.. a vida é mais do que escolher a dor e a miséria.
E que a convicção e recompensa venham.
E que você, se vá.

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