domingo, 6 de maio de 2012

apenas.

Me preparo para escrever, paro e penso. Desisto do que ia começar... não há começo.
Vou me distrair para ver se a criatividade me pega de surpresa em alguma pagina de um vídeo ou em alguma conversa em algum programa.. me deparo com a realidade.
A realidade da falta de respeito e da necessidade de aparecer.
A veracidade do "sem querer" ou "não pensar".
O egoísmo do "ja fiz/vi" que se fodam então.

Eu gostaria de reclamar ou algo assim.
Reclamar se tem tornado a maneira mais facil de se achar que se faz algo hoje em dia.
Se escreve uma frase/mini-texto em seu mural no facebook, nos 140 caracteres do twitter ou em algum blog sem importancia e então começa uma discução.
Ou não. Não é sempre que mordem a isca. As vezes algo postado para a infinidade da internet tem tanto barulho quanto os gritos surdos e abafados do desespero da solidão.
Para alguns, talvez muitos, sempre estão notando o que fazem. Estes são queridos, lembrados.
Para outros, as noticias apenas passam, chegam e são lidas com olhos apressados procurando uma noticia de outro alguem. As vezes é sem querer, as vezes é o que é... quase sempre, é.

Cada um nasceu com seu papel e com sua importancia.
As vezes se muda mas a escencia continua.

As linhas deste texto se perdem em minha mente e nem sei mais do que se trata tantas palavras a tentarem dizer algo que praticamente não vai ser percebido.
Mas mesmo assim ainda grito no vazio da esperança de uma mudança.

Nos viciamos em nos importar com os que não se importam.
E ignoramos a importancia daqueles que nos demonstram sermos importantes.
o que importa é que outro dia talvez escreva mais claramente o que deveria ter feito nesta pagina.
.....e deste texto,
o importante é que este é fim.

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